O Mar no Cinema

FILMES | TRAILERS

Mar, a última fronteira (documentário) SNEACK PEEK

Nuno Sá (2019 45’)

26 abril | sexta-feira | 10:00 (público escolar)

Durante um ano, Nuno Sá, cameraman subaquático, realiza uma expedição por Portugal continental, Açores e Madeira, procurando mostrar aos portugueses e ao Mundo que o país tem uma vida marinha comparável aos melhores sítios do planeta. O resultado é uma série documental, de imagens deslumbrantes, que nos transportam até ao ainda muito desconhecido ambiente subaquático.

M/12

Terra franca (documentário)

Leonor Teles (2018 82’) M/12

26 abril | sexta-feira | 16:30

À beira do Tejo, numa antiga comunidade piscatória, um homem vive entre a tranquilidade solitária do rio e as relações que o ligam à terra. Terra Franca acompanha as contingências da vida deste pescador, Albertino Lobo, atravessando as quatro estações.

M/12

A ver o mar (documentário)

Ana Luísa Oliveira, André Puertas e Sara Santos (2017 25’) M/12

26 abril | sexta-feira | 18:00
O silêncio, o mar como pano de fundo, o mar como lugar de afetos. Sem saírem dos seus carros, várias gerações namoram, relaxam e partilham o fascínio pelo  oceano, fazendo planos para o futuro e contemplando o passado.

Com paixão (ficção)

James Marsh (2018 97’) M/12

26 abril | sexta-feira | 18:30

Donald Crowhurst (Colin Firth) é um célebre velejador que decide fazer de tudo para vencer a Golden Globe Race de 1968. No entanto, a sua tentativa desastrosa na competição faz com que embarque numa perigosa e complexa jornada pelo mar.

Hálito Azul (documentário)

Rodrigo Areias (2018 78’) M/12

26 abril | sexta-feira | 21:30

Esmagada contra o oceano pela encosta de um vulcão, a freguesia piscatória da Ribeira Quente na ilha de S. Miguel, nos Açores, vive os últimos dias de uma atividade piscatória tal como a conhecemos. A vida continua, mesmo com o peixe a escassear, enquanto todos lutam por dias normais.

Portugal tem lata (documentário)

Rui Pregal da Cunha e João Trabulo (2018 98’) M/12

27 abril | sábado | 10:00

A indústria de conservas de peixe voltou a estar na moda, muito em parte, graças ao músico e cantor, fundador dos míticos Heróis do Mar e dos LX-90, Rui Pregal da Cunha, que abriu um restaurante em homenagem às conservas nacionais e ao fado, “Can the Can”. Pregal da Cunha conta-nos esta história.

Moby Dick (ficção)

John Huston (1958 116’) M/12

27 abril | sábado | 14:30

Consumido por uma raiva insana, o Capitão Ahab (Gregory Peck) tem apenas um objetivo na vida – vingar-se de Moby Dick – a grande baleia branca que o feriu e desfigurou. Lutando contra uma tripulação amotinada, o calor tropical e tormentas violentas, Ahab finalmente encontra com sua inimiga, culminando numa luta épica.

A rebentação (documentário)

Paulo Fajardo (2018 28’) M/12

27 abril | sábado | 15:00

A rebentação é o momento crítico onde o barco ultrapassa a linha da ondulação em direção ao mar aberto. “Pouca Sorte” é a do pescador que vai ao mar e traz a rede vazia e é, também, o nome da embarcação da companha de Arte Xávega, da Praia da Tocha. Uma pequena comunidade piscatória, que, apesar da modernização e conversão em atração balnear, conserva ainda algumas tradições intactas.

Submersos (ficção)

Wim Wenders (2018 112’) M/12

27 abril | sábado | 18:30

Uma história de amor acerca dos mundos opostos dos dois protagonistas, Danielle Flinders (Alicia Vikander) e James More (James McAvoy), que se conhecem na Normandia. Danielle, matemática e bióloga, trabalha num equipamento para mergulho em mar profundo. James é feito refém por combatentes Jihadistas. Depois de se apaixonarem, rapidamente, ficam a mundos de distância.

Fogo no Mar (documentário)

Gianfranco Rosi (2016 114’) M/12

27 abril | sábado | 21:30

Fogo no Mar capta a vida da ilha italiana de Lampedusa. O local tem sido manchete mundial nos últimos anos por ser o primeiro porto de escala para centenas de milhares de imigrantes da África e do Médio Oriente, que tentam fazer uma nova vida no continente europeu.

As aventuras de Tintin. O segredo do Licorne (animação – sessão infantil)

Steven Spielberg (2011 107’) M/6

28 abril | domingo | 10:00

Tintin compra ao seu velho amigo Capitão Haddock uma modelo de um galeão antigo, uma réplica do navio de um antepassado do capitão – O Cavaleiro de Hadoque. Estranhamente, o modelo é roubado. Por sua vez, Haddock encontra no sótão as memórias do cavaleiro, que podem explicar o motivo do interesse dos assaltantes.

CONVIDADOS

Nuno Sá

Nuno Sá

Fotógrafo profissional desde 2004, Nuno Sá especializou-se em fotografia de vida selvagem de temas marinhos, em especial de espécies pelágicas. Conta com cerca de duas dezenas de distinções em alguns dos principais concursos internacionais de fotografia de natureza, tais como “Wildlife Photographer of the Year”, “Underwater Photographer of the Year” e “Natures Best Photography”. Em 2010, apostou no vídeo como ferramenta de divulgação e sensibilização ambiental, dedicando-se, desde aí, ao vídeo subaquático. Em 2012 criou a primeira produtora nacional especializada em imagem subaquática em Ultra High Definition – a Atlantic Ridge Productions, trabalhando regularmente como operador de câmara ou diretor de fotografia para canais internacionais, como a BBC, National Geographic, NHK e ORF. Em 2018 foi distinguido com um prémio BAFTA, pela sua participação na equipa de imagem do episódio de abertura da série icónica da BBC, “Blue Planet 2”.

André Puertas

André Puertas

André Puertas trabalhou, entre 2011 e 2013, no projeto Campus: Estaleiro, associado ao Curtas de Vila do Conde, sendo assistente de produção dos filmes “Reconversão” de Thom Andersen; “Cinzas” de Pedro Flores; e “Canto do Rocha” de Helvécio Marins Jr. Como assistente de realização, trabalhou com o realizador francês Yann Gonzalez em “Land of my Dreams”, uma fantasia surreal e sensual, que contou com as atrizes Paula Guedes e Julie Brémond. Fora do cinema, trabalhou na realização de vídeos institucionais (Ordem dos Notários), vídeos musicais para artistas como Twin Shadow, Arto Lindsay, Father John Misty, Flabergast e Bildmeister, fashion films para o festival Newcomers Porto Fashion Week e para a estilista Daniela Barros. Desde 2009 é editor e colaborador da revista Prata, publicação online dedicada à fotografia e ao cinema. Em 2013 foi realizador, editor e jornalista na IPP TV, produzindo conteúdos sobre as escolas e atividades do Politécnico do Porto. A partir de 2014 começou a colaborar como produtor e assessor de programação do festival Porto/Post/Doc. Paralelamente, foi repórter de imagem na Opium, dedicada à gestão de projetos culturais.

Rui Pregal da Cunha

Rui Pregal da Cunha

Rui Pregal da Cunha nasceu em Macau em 1963. Foi fundador e vocalista da banda portuguesa de pop-rock Heróis do Mar. Em conjunto com Paulo Pedro Gonçalves, seu colega na anterior banda, fundou os LX-90, que editaram o álbum “1 Revolução por Minuto”. Posteriormente, emigraram para Inglaterra e alteraram o nome do grupo para Kick Out of The Jams. Em finais de 1999 foi um dos participantes no “www.invisivel.pt”, um álbum de música mas com características multimédia inovadoras inserido no projeto “O Homem Invisível” que contou, entre outros, com Rui Reininho. Após longa ausência do panorama musical, regressou aos concertos ao vivo participando em apresentações de grupos como Os Golpes e Nouvelle Vague.

Trabalhou em publicidade, como produtor executivo de audiovisual e, em 2012, abriu um restaurante, “Can the Can”, numa homenagem às conservas nacionais e ao fado. Em 2013 foi, juntamente com Antony Millard, Pedro Abrunhosa e Victor Varela, um dos pilares de Diagnóstico: Dandy, um documentário de Luís Hipólito estreado na RTP2.

Ao longo da década de 2010, foram vários os convites a Rui Pregal da Cunha para parcerias, quer em discos (como Ala dos Namorados, Os Capitães da Areia, ou Rogério Charraz quer em espetáculos (como Ena Pá 2000, ou Miguel Ângelo). Em 2014, Rui Pregal da Cunha participou numa homenagem a António Variações, que completaria 70 anos, com uma atuação no festival Rock in Rio Lisboa, juntamente com os Deolinda, os Linda Martini e Gisela João.

Ana Rodrigues

Ana Rodrigues

Jurista e investigadora, tem exercido atividade profissional na proteção e promoção de direitos humanos e reforço dos mecanismos do Estado de Direito (em Portugal, Bélgica, Guiné-Bissau e Timor-Leste). É licenciada em Direito, pós-graduada em Estudos Europeus, mestre em Direitos Humanos, com tese sobre práticas culturais minoritárias em contexto europeu, estando a desenvolver estudos de doutoramento sobre direito e políticas públicas em matéria de asilo na UE e a salvaguarda de direitos fundamentais. Integra o Centro de Investigação para a Justiça e Governação da Universidade do Minho.

É consultora jurídica da CNIS e gere o respetivo programa de migrações e asilo. É consultora independente em matéria de direitos humanos, migrações, justiça e boa governação, tendo colaborado em trabalhos comissionados, designadamente, pelo Parlamento Europeu, UNICEF ou PNUD. É membro da Comissão Executiva da Plataforma de Apoio aos Refugiados.

Foi docente convidada na Universidade Nacional Timor-Lorosae e assessora do Provedor de Direitos Humanos e Justiça de Timor, perita internacional do PNUD para a área da Justiça, jurista na Direção de Vistos e Circulação de Pessoas do MNE português, tendo ainda trabalhado com a Caritas Europa e a Iniciativa Conjunta Comissão Europeia / Nações Unidas para as Migrações e o Desenvolvimento.

Catarina Eira

Catarina Eira

Catarina Eira licenciou-se em Biologia, pela Universidade de Coimbra. Depois de obter o Doutoramento em Ciências Naturais, em 2006, pela Universidade de Barcelona, Espanha, iniciou um período de pós-Doutoramento no CESAM e Departamento de Biologia da Universidade de Aveiro, focando-se na utilização de vertebrados e parasitas como ferramentas de biomonitorização de contaminação ambiental. Presentemente, é investigadora no CESAM e Departamento de Biologia, desenvolvendo o seu trabalho no ECOMARE sobre conservação de espécies de megafauna marinha (cetáceos, aves marinhas e tartarugas marinhas) e sobre o estado de saúde das suas populações. Foi coordenadora do projeto LIFE MarPro – Conservação de espécies marinhas protegidas em Portugal continental, e do projeto CETSENTI – Cetáceos como sentinelas da saúde do ecossistema marinho.

Sara Santos

Sara Santos

Sara Santos (1992) é licenciada em Cinema Documental pela Escola Superior de Tecnologia de Abrantes e é mestre em Comunicação Audiovisual pela Escola Superior de Media Artes e Design. Teve o seu filme “SABA” (2014) premiado nos festivais de Cinema Lisbon & Estoril Film Festival e Encontros de Cinema de Viana. Mais recentemente, tem vindo a construir o seu “olhar” como diretora de fotografia em projetos documentais, tais como “A Ver o Mar” (2018) e “Lar Doce Escola” (2019). Numa dinâmica colaborativa e multidisciplinar, tem desenvolvido projetos focados na inserção do cinema em contexto educativo e sociocultural.

João Trabulho

João Trabulho

Iniciou-se no Cinema com o produtor Paulo Branco, colaborando em filmes de Manoel de Oliveira, João César Monteiro, Robert Kramer, entre outros. Em 2004 criou a Periferia, produtora independente responsável por obras de vários realizadores, entre os quais: João Canijo, Edgar Pêra, Gabriel Abrantes, Maya Rosa, Vincent Lefort, Jean-Luc Bouvret e Julião Sarmento.

Foi nomeado “Producer on the Move” (2011) em representação de Portugal no European Film Promotion (EFP), do Festival Internacional de Cinema de Cannes.

 

Dirigiu o Festival Internacional de Cinema de Vila Nova de Foz Côa (CINECOA) entre 2011 e 2014, ao mesmo tempo que assumiu a Presidência da Associação APDARC – para a valorização do Património Cultural do Vale do Côa.

Integrou o júri das competições Nacional e Primeiras Obras do Festival Internacional de Cinema Documental de Marselha – FIDMarseille, um dos mais prestigiados do mundo na sua categoria e no mesmo ano também integrou o júri do Festival Internacional de Cinema de Turim.

Realizou vários filmes, com larga projeção internacional e prémios arrecadados nos mais prestigiados festivais de cinema, destacando-se “LH – Saber Ver, Demora”, “Durante o Fim”, a longa metragem “Sombras” e uma dezena de outros trabalhos no domínio do vídeo. A sua mais recente longa-metragem “Sem Companhia”, teve estreia mundial no Festival Internacional de Cinema Independente – IndieLisboa’10 e arrecadou o Prémio AIP/KODAK de Melhor Fotografia para Longa Metragem Portuguesa. Após a sua estreia internacional no Festival Internacional de Cinema de Turim esteve em competição internacional no maior festival de cinema documental em França – Cinema du Réel e no Festival Internacional de Cinema de Montevideu. Desde 2017 abraça novos projetos de cinema e televisão através da produtora Newtalks, sendo um dos sócios fundadores.

Abílio Hernandez Cardoso

Abilio Hernandez

Abílio Hernandez Cardoso, professor catedrático da Faculdade de Letras da Universidade de Coimbra (FLUC), embora vindo da área da Filologia Germânica, tem um amplo trabalho de investigação e de palestras na dimensão do Cinema a que progressivamente se foi votando. Diretor da Sala de Estudos Cinematográficos da FLUC, professor de disciplinas de Cinema oferecidas à Academia conimbricense, promotor da Licenciatura em Estudos Artísticas da mesma Universidade, apresenta vasta obra. Ocupou vários prestigiados cargos, nomeadamente, Pró-Reitor da Universidade de Coimbra, Presidente de «Coimbra Capital da Cultura», membro da Comissão Nacional para as Comemorações do Centenário do Cinema e Diretor do Teatro Académico Gil Vicente.

Ana Luísa Oliveira

Ana Luísa Oliveira

Ana Luísa Oliveira foi jornalista durante quase uma década e, em 2014, começou a trabalhar na área da produção e argumento, na pesquisa de desenvolvimento de documentários. Como freelancer, co-realizou a curta-metragem “Casas da Rua”, sobre os sem-abrigo na cidade do Porto – prémio de melhor curta-metragem no Shortcutz no Porto (2012). Em 2014, co-realizou o filme “2 Metros Quadrados”, selecionado no Festin – Festival Itinerante de Língua Portuguesa e exibido em várias salas de cinema independentes em Portugal. Em 2015, fez o argumento do documentário “Irmãos”, realizado por Pedro Magano, com produção da Pixbee. O filme venceu o Grande Prémio e o Prémio de Melhor Edição do festival Caminhos do Cinema Português, arrecadou também o Lince de Ouro para Melhor longa-metragem documental no FEST – New Directors Film Festival, e esteve em destaque no festival Filmes do Homem e no Doc Outlook – International Market do Festival Visions Du Reel. Em 2017, no âmbito do Mestrado em Comunicação Audiovisual da ESMAD, co-realizou e produziu a curta-metragem “A Ver o Mar”, premiado no Curtas de Vila do Conde e no Cortéx Film Festival. Atualmente está a finalizar uma longa-metragem sobre o Ensino Doméstico em Portugal.

Rodrigo Areias

Rodrigo Areias

Rodrigo Areias (1978) começou a vida profissional como músico e editor de música na editora Garagem. No cinema foi diretor de som de realizadores como Paulo Rocha ou Edgar Pêra. Licenciou-se em Som e Imagem na Escola das Artes com a especialização em Imagem. Fez também uma especialização em realização na Tisch School of Arts na Universidade de Nova Iorque e os programas de produção Eurodoc e Biennalle College de Veneza. Tem desenvolvido ao longo da carreira, trabalhos criativos na área de cinema de autor em ficção e documentário, alternando com outros trabalhos em domínios de video-arte e vídeo clips. Como produtor começou a sua carreira em 2001 e desde então produziu e co-produziu mais de 150 curtas, longas, vídeos e documentários. Produziu autores de renome como Edgar Pêra, João Canijo e F. J. Ossang, bem como jovens realizadores como André Gil Mata, João Rodrigues e Jorge Quintela e internacionais como Gabe Klinger, Teddy Williams e Oliver Laxe. Tem co-produzido com o Brasil, Reino Unido, França, Alemanha, Japão, E.U.A., Argentina, Finlândia… Venceu um Leão de Ouro para melhor documentário no Festival de Veneza e um Leopardo de Ouro no Festival de Locarno. As suas produções têm estreado nos maiores festivais de cinema do mundo como Cannes, Berlim, Veneza, Roterdão, Clermont Ferrand, Hannecy, entre muitos outros. Através do estúdio de animação tem produzido várias curtas multipremiadas de autores como David Doutel, Vasco Sá ou Laura Gonçalves e Alexandra Ramires. Como realizador, entre vários filmes destaca-se Estrada de Palha (premiação internacional classe A) e Corrente, com os quais esteve representado em mais de cinquenta festivais internacionais e foi galardoado com múltiplos prémios. Estreou recentemente a sua terceira longa-metragem de ficção “Ornamento & Crime” e a sua última longa documental “Hálito Azul” estreou na competição First Look do festival de Locarno. Foi responsável pela produção de cinema de Guimarães 2012 Capital Europeia da Cultura, onde produziu filmes de realizadores como Jean-Luc Godard, Aki Kaurismaki, Peter Greenaway, Manoel de Oliveira, Victor Erice, entre muitos outros.

Paulo Fajardo

Paulo Fajardo

Paulo César Fajardo nasceu na Figueira da Foz em 1980. Iniciou a sua atividade como produtor independente em 1999, tendo desenvolvido vários projetos de âmbito documental e realizando a sua primeira curta-metragem em 2000, “Outono”.  Colaborou como freelancer nas áreas de operador de câmara, editor e realizador em programas de entretenimento para vários canais nacionais e internacionais; RTP, TVI, Canal 6 – Pluricanal, SportTV, VIVA, GMTV e TV5. Em 2006 licenciou-se em Turismo pelo Instituto Politécnico de Leiria. Em 2011 estreia a sua primeira longa-metragem de ficção, “Sonho de Verão”. Em 2012 cria a web tv BairradaTV e torna-se co-apresentador do podcast de cinema “VHS”. De 2004 ao presente, desenvolve trabalho como repórter de imagem e editor para a SIC e SIC Notícias na redação de Coimbra.

Ana Margarida de Carvalho

Ana Margarida de Carvalho

Ana Margarida de Carvalho é jornalista e escritora. Licenciada em Direito pela Faculdade de Direito de Lisboa, o seu primeiro romance “Que Importa a Fúria do Mar” valeu-lhe o prémio APE 2013. O mesmo livro foi finalista nos mais prestigiados prémios relativos à data de edição. Tem reportagens, contos e poemas espalhados por várias publicações e coletâneas e um livro infantil chamado “A Arca do É”, com o ilustrador Sérgio Marques. “Não se Pode Morar nos Olhos de um Gato” é o seu segundo romance, foi considerado livro do ano 2017, nomeado pela SPA, e vencedor do Prémio Manuel Boaventura.